quinta-feira, 19 de julho de 2012

hoje no Facebook

Depois de uma semana ruim, gripe forte, febre, meu médico me mandou trabalhar. Não sei se quero. O que eu quero não me dão. O que me dão eu não quero. Sujeitinho difícil. Em minha vida criei essas travas tão cravadas que delas não consigo me livrar mais. Tudo que fiz e faço está impregnado dessas normas que hoje parecem crueis. Mas não me arrependo nem uma unha de não ter feito na vida o que queriam que eu fizesse e muito menos de ter feito tudo o que eu fiz ao meu jeito, torto, por meu gosto. Não me resta outra alternativa do que ir vivendo essa dificuldade até o fim. Meu espírito crítico e um certo humor anárquico me ajudam muito. Os amigos, mais ainda, pois a amizade os leva a lerem o que escrevo sem, espero, levar nada muito a sério. Um jogo bom, com sua ambiguidade, pois por trás de tantos delírios há mais verdades do que se pode imaginar.

E:

Tenho dois livros contratados para edição (um juvenil e outro infantil, lindos) e um romance sobre o Brasil atual em negociação. Quero mesmo apaixonadamente filmar ainda, mas minha saúde pede para ficar fora dessa briga. Eu que lute, mas sem colocar minha vida em risco. Num ambiente desfavorável, é uma bela maneira de permanecer vivo. Escrever é uma segunda paixão, já foi até a primeira. Porisso a luta maior agora seja a de que saiam logo esses textos, pois já tenho outros prontos ou quase...

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